segunda-feira, 11 de junho de 2007

| música | Baia

Baia e as Rockboas...

Fui, com Xandolino, a um show do Maurício Baia.

Por conta disso, escrevi um texto enorme, quase dissertando sobre minha vida musical. Me auto-censurei a mim mesmo, pensando na sua saúde mental, caro leitor, porque meu texto está com quase 3 páginas no word! E nem terminei de escrever!

Por isso, enquanto não edito minha dissertação, leia esse texto, do Infinito ao Quadrado. Lá tem quase tudo o que eu teria a dizer sobre o show.

Como Xande disse, quem estava lá na frente acompanhava Baia em quase tudo o que cantava. O Divertido era olhar pra trás: um monte de gente que nunca tinha ouvido, sendo pegos de surpresa com "Baia e A Doida" e "103 Chapéus de Couro", por exemplo. Alguns riam, a maioria curtia o som. Queria ver se ele cantasse "O Comedor de Calango e o Gerente da Multinacional" ou "Pesadelo nº22"...seria sensacional.

Um grupo de meninas(com dois caras mais pra lá do que pra cá...), que nunca tinham sequer ouvido falar de Baia e que de vez em quando me olhavam estranho ( já que eu gritava quase todas as letras ) me disse que ia comprar o cd e espalhar por aí. Elas estavam no meio, no grupão surpreso, e já no fim do show estavam dançando e quase cantando junto, nas primeiras fleiras. E isso parece ter acontecido com outras pessoas, pelo o que pude ver.

O cara é realmente carismático, simples. Era a imagem que tinha dele, e ele confirmou.

A espera foi sacal, realmente...eu ainda tentei dançar um pouco, pra me distrair e esquecer que estávamos há 5 horas esperando por Baia. Mas foi difícil, a banda de reggae sacaneou fortemente. Sem contar que estávamos em ambiente maconha-e-tabaco-free, o que invariavelmente me deixa com uma dor de cabeça chata.

O sono, a fome, a espera e a fumaça foram muito ruins, mas não superaram os ótimos momentos de Pirigulino e de Baia. Teve também Milena, uma figuraça lá da Faculdade, com suas amigas igualmente figuras, que no pouco tempo que conversamos e dançamos me fizeram rir bastante. E Xande, mesmo com o saco estourando como o meu, é sempre ótima companhia. Dou pra noite a mesma nota de Xande, um cinco.

Já vou me arrumar pra Julho, quando ele vai tocar no Theatro XVIII.

3 comentários:

Alexandre Freitas disse...

Velho,

aconteceu a mesma coisa comigo:

eu comecei a escrever o post, mas aí quando eu me toquei já tinha milhares de parágrafos e eu ainda nem tinha chegado falado nada de Baia ainda.

A idéia era falar da minha vida musical também, mas quando eu sai do meu próprio corpo, e comecei a reler o que tinha escrito, eu disse para mim mesmo "ahh, texto muito longo... tou com uma preguiiiiila de ler!!"

Simplesmente apaguei tudo e reescrevi da forma mais blog possível. Essa é a parte difícil. Resumir contando tudo!

Nem reparei nessas meninas que você falou que tavam curtindo o som. Vez ou outra eu olhava pras pessoas mas não consegui captar os recem conquistados.

Na sessão de videos do site tem uns videos legais no youtube.

abraços

Felipe disse...

Essas esperas em shows de rock são comuns. Lembro da época que frequentava os shows de rock durante o carnaval, caralho, a noite não acabava nunca, era muito legal. O maior problema é que sempre tem uma banda ruim pra estragar a noite.

alice disse...

XVIIIão? Tô dentro!!!
Dias 18 e 19/07, 20h, R$4,00.
=]
Confirmado! E eu vou!!!
(Será que eles deixam eu fotografar? Hehe.)

PS: Sacanaaaaaagem não cantar a do calango!